Prepare-se porque o batidão de Sany Pitbull vai entortar seu quadril.
Ele é DJ, músico e incentivador de projetos sociais no Rio de Janeiro. A voz do morro e da favela carioca. Poderoso no comando de bailes na favela, festas no bar Secreto ou noites em Estocolmo. Direto de São Cristóvão para o mundo. Pra sempre brasileiro com suas produções eletrônicas, seus samplers e um poderoso MPC que funciona para lançar seus beats, tocado a dedos como um bongô.
Sany Pitbull é o rei do agito e o rei da festa (seu último aniversário, na sexta anterior ao carnaval a festa foi até 9 da manhã de sábado). E ele agora caminha para ser o rei do Twitter: para comemorar o marco de mil followers no Twitter, o DJ lançou uma nova MIXTAPE para download. É o TwitterMix1000Followers. Funk, Batidão, Pop, Indie. Electro bass. Cruel pra ninguém ficar parado.
E a moçada está baixando, viu! O link está bombando no Twitter, recomendadíssimo. Se der pau é congestionamento de usuários. Por isso, bote fé, vá tentando que uma hora rola.
A semana de shows em São Paulo está do balanço: Lucas Santanna apresenta seu disco “Sem Nostalgia” e O Mundo Livre S/A vem com suas linhas de baixo e bases da pesada para tocar seus dois últimos álbuns, o ‘Samba esquema noise’ e ‘Por pouco’ e já antecipa também algumas faixas do novo disco que entra no forno logo mais.
Mas o destaque SAGATIBA fica para o músico, compositor e baterista Curumin, que apresenta seu último álbum, o ‘Japan Pop Show’, colocando hip-hop no seu samba, e dub, dancehall e soul – trazendo o gênero para a experiência mais pop que já teve.
Vamos a ele: Curumin, a música que você faz é samba-hip hop-dub…
Eu gosto de música negra, do mundo todo. Essa é a referência maior. E estando no Brasil, o mais forte é o samba e todos seus diferentes acentos. Não um samba tradicional – cavaco, pandeiro, etc.; não nasci numa roda de samba, mas ouvia samba também, desde sempre. Hoje em dia com esse lance de iPod, mp3, download, cada vez se ouve mais sons variados, Todos os tipos em um dia só. Eu ando com meu iPod carregado com mais de três mil músicas, de todos os gêneros. Daí é difícil fazer uma coisa localizada em um ponto só.
Você é um baterista e lidera a banda, isso é meio raro, não?
É. Acho que sei porque…, eu sofro um pouco para ouvir, cantar e monitorar a banda. É delicado. Acho que é por causa do lado técnico mesmo. O técnico de som reclama pra caramba porque você canta e vaza o som da bateria no microfone dos vocais.
Além da sua carreira solo, você ouve o Curumin nas baterias da MPB. Ele também toca com Arnaldo Antunes, Vanessa da Matta e CéU.
Curumin é dançante até o fim, com batidas “pra baixar todo santo que puder baixar”.
Fique ligado:www.myspace.com/curumin E ele toca no Studio SP, quinta-feira, 11/março.
Rua Augusta 591, R$ 25. Bote fé!
Hoje é dia de festa e de aniversário na pista do D-Edge. Depois da meia noite, entre loops e beats, o DJ Atum (”nhac nhac nhac!”)– uma das figuras mais animadas da noite paulistana, comemora sua virada de ano solar com o público e seus amigos na noite Freak Chic, tocando ao lado da dupla belga, Spirit Catcher (live), Edu Corelli e Pedro Bueno. Noitada!
A caixa preta vai ferver e a Sagatiba foi conversar com o aniversariante da noite para já abrir o clima de festa. Vamos a ele:
Atum, como aconteceu de você virar DJ?
Eu era produtor de eventos e cansei do que fazia, sentia mais vontade de estar ali como um contratado do que o contratante… Juntou com o fato que desde criança eu era ligado com música. Colecionava discos, CDs e agora MP3.
Daí em 2003, eu e uma amiga, a Emy Pimenta, resolvemos produzir a nossa própria festa, a Horny Bunny (indicada a melhor festa de 2003 pelo prêmio Melhores da Noite Ilustrada 2003, da Folha de S.Paulo; sempre com temas ‘safados’ e sugestão de dress code – fez história). Era o começo do Electroclash, e a gente tocava Miss Kittin, David Carretta… era o que faltava na cidade.
A partir de então comecei a tocar em outros clubes e outras festas. Foi tudo uma junção de oportunidade, momento e talento!
E desde então, sua saga te levou a…
Hoje toco nos clubes mais legais de São Paulo, do Rio e Belo Horizonte – no Dama de Ferro, no Deputa madre, D-Edge, Vegas. A Lôca é minha atual residência, faço uma terça por mês na festa Tapa na Pantera, em que toco um som mais acessível, bem Pop, Rock e Disco; e um sábado por mês faço a ATOMIK, uma noite com o Luca Lauri, que já é mais eletrônica.
E o que você está preparando para sua ‘noite da virada’ de aniversário?
Estou preparando um set mais voltado para House e Disco, porque o Spirit Catcher, que vai tocar antes de mim, tem uma pegada com BPMs mais baixos, mas não menos dançantes, com muito groove. Ouvi o último set deles, todo feito com vinis velhos da namorada. Bem funky anos 80.
E que som não vai faltar no seu set?
Vou levar no case o Glocal; Crazy P e o remix do Gui Boratto para o Massive Atack.
Feliz Aniversário, Atum! Hoje! Feak Chic no D-Edge com DJ Atum, Spirit Catcher, Edu Corelli e Pedro Bueno
Alameda Olga, 170 – Barra Funda
Hoje é dia de EMICIDA no CB (Barra Funda). Uma das maiores apostas e o novo talento da cena rapper / hip hop nacional. Vai estourar.
Suas rimas imbatíveis nos circuitos de Freestyle – competições em que rappers se desafiam por meio de improvisos, renderam-lhe o apelido (MC + homicida). Mas esqueça aqui o ‘rap da porrada’.
Em suas rimas, EMICIDA fala de amor, amizade e problemas sociais em bases mais suaves, beirando o lirismo.
“burlando a lei um bagulho eu sei já que o rei não vai virar humilde vou fazer um humilde virar rei…”
Inspirado em sambas, cordéis, pastores evangélicos, batidas do candomblé e até o programa da Xuxa, que o moço safra 1985 cresceu assistindo, ele detona “essa mania de querer ser o rap dos EUA”.
E segue sua saga, “centrado nesse negócio de rima” e honrando seu aforismo “a rua é nóiz”, só esperando seu ponto de virada.
Para quem prefere os agitos de uma boa noitada a ir ao teatro, dessa vez não tem desculpa: o estúdio Colletivo criou uma peça dentro do Clube Vegas. É o Pornô – Falcatrua Nº 18633 – uma história que dá sequencia aos personagens do livro e filme Trainspotting, 10 anos depois.
Em cartaz toda terça e quarta feira às 21h, a noite nesse clube esses dias começa diferente. E para entrar no clima, conversamos com um dos atores do elenco, Fernando Fecchio, que contou pra Sagatiba alguns detalhes dessa história. Vamos a ele:
Fernando, qual a história do Pornô Falcatrua 18633?
É a história dos personagens de Trainspotting, que fez carreira nos anos 90. Agora eles se encontram, dez anos depois e querem pegar o dinheiro que roubaram juntos e que ficou nas mãos do Sick Boy, que fugiu, virou dono de balada e largou as drogas. Eles se juntam para fazer uma nova falcatrua, um filme pornô. É um drama bem humorado.
Tem personagens novos?
Tem. A Nikki, por exemplo, que é uma estudante de cinema e quer ser uma celebridade e vive sonhando com uma projeção fácil e rápida.
E qual é ideia de fazer teatro na balada?
Atrair o público que vai ao Vegas e outros clubes, que é um público carente de teatro – não vemos espetáculos voltados para eles. Aqui, o texto é o que pega. Fala desse universo de baladas, drogas, sexo de uma forma esperta. E os personagens são muito reais e próximos a esse universo da noite.
E o legal é que também vai um público que normalmente não iria ao Vegas.
Como é o formato da peça?
O bar funciona antes de começar a peça, o público pode já ir pedindo seus drinks. É mais ou menos de arena – a história rola no palco do DJ, nas laterais, no pole dancing… Vai envolvendo o público. E quando termina, volta a ser uma balada. É uma intervenção praticamente.
Fica até quando em cartaz?
Até o fim de março, mas provavelmente prorrogará, pois está indo super bem!
Sagatiba recomenda. Não perca!
Pornô – Falcatrua Nº 18633, às 3as e 4as, 21h no Vegas Club.
Rua Augusta, 765, Centro, São Paulo
R$ 40
Hoje é dia de festa A Rede na Casa das Caldeiras. A noite mensal em as pessoas do mercado de eventos, artistas e fornecedores da Casa das Caldeiras se reúnem para demonstrar o estado da arte, ou, as últimas novidades e tecnologias para se fazer uma grande festa.
Funciona assim: cada um entra com o que pode e chamam-se os amigos – os verdadeiros cobaias desse laboratóriode música, arte, intervenções, projeções e gente. A Sagatiba conversou com a Tatiana Sacomano, uma das diretoras da Casa para saber mais. Vamos a ela:
Tati, o que é a festa A Rede da Casa das Caldeiras?
Começou há seis anos. É uma festa sem dono em que todo mundo que participa abre sua rede social. É uma ‘Festa Conteúdo’, que envolve gente que trabalha no mercado de eventos – o cara do som, das projeções, etc, em que todo mundo testa coisas novas, um som de última geração, luz, equipamento, etc. É bem experimental. E os artistas são convidados.
Quem se apresenta nessa edição de hoje?
ATulipa Ruiz; o Mama Cadela, que é uma banda instrumental que faz trilha de filmes; o DJ Ivan Padovani que faz parte de uma banda, a DISCOTIKI, bem legal; o estilista Marcelo Sommer, que também vai tocar – ele é amigo do Jean Paul, o francês de um projeto de intervenção que se chama Bloom, que também vai se apresentar; e tem outras intervenções também do Dança Hip Hop e do Povo em Pé.
De graça?
É tudo de graça. Até o vallet. E é pra trazer os amigos!
E o que mais está rolando na Casa das Caldeiras?
A Casa sobrevive das locações mas sua veia é artística. Realizamos projetos culturais todos os domingos, de abril a novembro; tem projetos musicais mensais – o Improvisado que é um trio de jazz que recebe convidados, o Caldeira Acústica que se apresentam novos talentos; um projeto de projeções de curtas-metragens; e as residências artísticas, que são vários grupos que usam a Casa para seus ensaios, chama Obra em Construção.
Acho incrível que você conseguiu realizar seu sonho de fazer da casa das Caldeiras um pólo de cultura. Há muitos anos era só um projeto no papel…
Agora não tem mais volta. A Casa tinha que ter uma utilização que não fosse só comercial. A gente sempre acreditou e as portas se abriram para isso.
E que nomes da música brasileira já passaram pela Casa das Caldeiras que você indica pro povo aqui ouvir?
O sexteto paulista Hurtmold faz show no próximo sábado, dia 06 no auditório do MIS.
Além de agitar um dos espaço mais bacanas da cidade – por sua localização, despretensão e história de vanguarda – a banda abre o calendário 2010 da casa e encontra seu público, sempre sedento por mais um concerto.
Cada vez mais instrumental – Na estrada há mais de dez anos, o Hurtmold faz um som instrumental ‘pós rock’ – ou pra facilitar: partem do rock, na atitude e jeito de tocar, e se enveredam pelo jazz e brasilidades. Orgânico, cheio de texturas, ora tensas ora delicadas, com forte marcação na percussão e sempre aberto a improvisações. Não à toa seus super músicos trocam de instrumentos entre si durante as apresentações, formando um caleidoscópio sonoro – loops e solos que entram e se reviram do avesso. Se desconstroem, e desconstroem. Hipnotizam.
Ali, mais do que fazer disco, show, turnê, o barato é tocar junto.
Eles também são a banda de apoio de Marcelo Camelo, fase carreira solo, tocando juntos na turnê nacional e internacional de seu primeiro disco solo “Sou” de 2009.
Recomendadíssimo.
Hurtmold é Fernando Cappi (guitarra e bateria), Guilherme Granado (teclados e vibrafone), Marcos Gerez (baixo), Maurício Takara (bateria, guitarra, teclados e trompete), Mário Cappi guitarra) e Rogério Martins (clarinete e percussão).
70 minutos de show. E atente ao preço: déi reau.
Hurtmold no auditório do MIS Sábado, 06/mar/2010, 20h
De bem com a vida. Hoje é dia de festa no Diquinta com Marina Novaes nas pick ups.
Ou a Mariníssima!, que tem esse jeito brasileiro de sair fazendo e se atirando naquilo que acredita e gosta e que acabou tendo uma vida dupla: advogada de direitos humanos e DJ – duas coisas nada a ver que ali tornaram-se uma só.
Coisa que só acontece para quem leva a vida em aberto. Quer ver?
Marina, como aconteceu de você ser advogada e DJ?
Desde a faculdade quis seguir os caminhos alternativos do direito. Como militante do movimento de direitos humanos, especificamente das mulheres, encontrei o caminho como advogada.
Então, durante a semana, trabalho numa ONG de apoio aos migrantes, (Centro de Apoio aos Migrantes). Coordeno o atendimento jurídico. O foco do trabalho é o enfrentamento ao trabalho escravo, tráfico de mulheres e principalmente mostrando aos migrantes latino americanos que todos têm direitos e garantias para uma vida digna, pois os imigrantes pensam que por não terem documentos não têm direitos. E como feminista, acabo puxando uma sardinha para as mulheres latino americanas.
Às sextas feiras, eu toco lá no Diquinta. Já tocava em festinhas principalmente num restaurante de uma amiga, o Cozinha da Matilde. Aí pintou o convite de tocar no Diquinta uma vez no mês de março, porque eles queriam uma mulher pro “mês das mulheres”. Acabou que deu super certo, e eles me chamaram pra tocar três vezes por mês.
Isso de alguma forma deve aparecer nos seus sets…
Nos sets que faço tento buscar esta mistura do alternativo e também da integração!
A grande maioria das músicas são brasileiras, de samba rock (Jorge Ben, Trio Mocotó, Erasmo Carlos, Farufyno, etc..). Mas rola também bastante funk, groove e black. Tudo bem dançante.
Que sons não podem faltar em suas festas?
Da velha guarda, tenho arriscado tocar as músicas do disco “Gil e Jorge Ogum – Xango”, um disco jam session incrível. “Quem mandou (pé na estrada)” é uma louca declaração de amor que da para dançar bem juntinho.
Marku Ribas e Elza Soares gravaram para o filme Chega de Saudades um CD bem bom, com releituras até do Calcinha Preta (”Você não vale nada”). Martinho da Vila é uma pérola nacional, assim como Beth Carvalho e Leci Brandão, entre outros, a lista é imensa.
Seu Jorge, mais contemporâneo, nunca falta – “E depois”, faixa que ele participa do disco do BiD é uma balada deliciosa. Roberta Sá faço questão de tocar, adoro o seu samba suingado. Orquestra Imperial é um timaço. Fabiana Cozza é poderosa. O disco novo da Céu da vontade de tocar inteiro no comecinho da noite.
Em sua opinião, qual o puro espírito do Brasil?
A alegria. Sem ser piegas. A nossa cultura, nossos ritmos e nossos sons são a prova que nosso espírito é de alegria.
Pois,a Marina trabalha para todo mundo ficar de bem com a vida!
Hoje à noite ela toca no Diquinta “balada com show, pra ir com turma, paquerar e tomar um drinque”. Confira.
DiQuinta. R. Baumann, 1435 – Vila Leopoldina
Depois da inauguração para convidados na noite de ontem, o clube que definitivamente abre suas portas hoje é sim tudo isso que se imagina e ouve por aí.
Todo mundo esteve lá, todas as tribos e gentes – DJ, produtores, estilistas, skatistas, todos os istas, baladeiros e até a concorrência – mais de duas mil pessoas conferiram a festa e aprovaram, (aguardando ansiosos suas carteirinhas).
Prepare-se: pista com serviço de bar, sistema de som e luz incríveis, cenografia de encher os olhos e freqüência de muita gente interessante.
Para sua primeira noite oficial o clube traz Zegon, que foi durante anos o DJ do Planet Hemp e hoje é a cara metade do projeto NASA, que está estourando na cena internacional com seus mashups de Electro-Techno-Rock-Hip Hop. Increible!
E amanhã (sexta), o DJ e produtor de Nova York, Tim Sweeney, à frente do tempo, que comemora em turnê mundial 10 anos de seu programa de rádio “Beats in Space” (toda terça-feira, na rádio da NYU, disponível para downloads em beatsinspace.net). O moço é colecionador de mais de 10mil vinis. Sua discotecagem é pulsante, ele mesmo não consegue ficar parado.
Muito bom. Sagatiba recomenda. O clube, as noites e os DJs.
Hoje é inauguração do LIONS NIGHT CLUB – o mais novo, mais comentado e aguardado clube de São Paulo, empreendido pelos ases da noite: Facundo Guerra, Augusto de Arruda Botelho e Cacá Ribeiro.
Fundamentado no sistema de sócios, em que mil pessoas ganharão uma carteirinha que garante acesso VIP e o direito de convidar mais quatro pessoas por mês com essas mesmas prerrogativas, o esquema parece estar fadado ao sucesso: ou seu amigo sócio põe pilha e convida os amigos ou os amigos interessados em cair nessa gandaia agita aquele que é o sócio. Um anima o outro em cadeia.
Antecipando as expectativas, a Sagatiba conversou com Marcos Paulo Caldeira, o fiel escudeiro de Facundo Guerra na arte de arquitetar a balada, tendo realizado o Vegas, o Z Carniceria e agora o Lions – “nesse projeto eu não fui o cara da criação – a concepção estética do salão principal é do Fabrizio Rollo, da Vogue; a pista é do Facundo; eu dei a idéia do desenho do bar… fui mais o cara que juntou as idéias de cada um dos sócios para executar o projeto ”, adianta ele.
Caldeira, o que o público vai ver hoje?
Um salão dos anos 50. O espaço era um clube de cavalheiros e foi mantida essa idéia, inclusive no nome. Os lustres, colunas de mármore – que chamam muita atenção foram mantidas, são originais, assim como um painel de azulejos que, diz a lenda, são de autoria da Anita Malfatti, mas isso ainda não foi atestado oficialmente.
Na decoração, tem animais empalhados que é uma brincadeira, são “as presas do leão”.
Tem duas pistas, uma mais intimista e outra maior, que abrirá nos dias mais cheios. A varanda é gigante, dá a volta no prédio todo e tivemos que dividi-la para não dispersar o público. É tão grande que se quiser fazer uma festa só na varanda, é possível.
A pista maior tem um jogo de espelhos que aumenta sua profundidade, tem até que tomar cuidado para não bater no espelho. A iluminação é toda de LED em RGB e a parte de som é um puta sistema.
Pra quantas pessoas é o clube?
Umas 400.
E o que você acha que vai pegar nessa história?
O sistema dos sócios. São mil sócios com carteirinha, que levam seus convidados. No final essa carteirinha vai virar um título. Vai ter gente querendo comprar.
Cuidado para não trombar nos espelhos! O Lions Night Club abre hoje para convidados e amanhã para o público. Quem não é sócio também entra pagando – not a problem, invista na balada e seja feliz. Av. Brigadeiro Luís Antonio, 277 – Centro.
Mais Bxo Augusta: hj rola a festa KiriDJinha com Renato Lopez nas pick ups, soltando as favoritas que ele ouve em casa.No Volt. Super Cool.about 18 hours agofrom web
No Vegas hj tem a Dig It – funk-grooves-latin beats-disco-hip hop-old school-dub na festa do Mexicano, a cara metade do RootsRockRevolution.about 18 hours agofrom web