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03
setembro

“SOM QUENTE É O DAS NEVES”

Por: Paula Guedes

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Longa trajetória. Wilson das Neves, um dos bateristas mais importantes do Brasil, parceiro de Chico Buarque há 25 anos, desde os anos 60 tocando com os maiores nomes da MPB de todos os tempos – a lista é longa e contempla Elis Regina, Roberto Carlos, João Donato, Beth Carvalho, Cartola, Clara Nunes, Ney Matogrosso, Maria Bethânia, Tom Jobim … Está de volta.

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Sem pressa. Desde 2003, tocando com o combo carioca Orquestra Imperial, Das neves lançou recentemente seu terceiro álbum, Pra Gente Fazer Mais um Samba, quatorze anos depois do lançamento de “O Som Sagrado de Wilson das Neves”.
Conheça já: www.myspace.com/wilsondasneves

Cheio de graça e cheio de ginga. E para o deleite dos paulistanos, Das Neves sai esse fim de semana de seu habitat, a Lapa carioca, pra tocar , ele e sua banda, no SESC Santana. Sábado e domingo.

Delicioso. Pura melodia. Trilha perfeita para um feriado de 7 de setembro de muito relax e caipirinha. Aposte nessa saga.

Wilson das Neves – Pra Gente Fazer Mais Um Samba
SESC Santana – Dias 04 e 05 de setembro – Av. Luiz Dumont Villares, 579 Santana – SP
R$ 20

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02
setembro

DOS MUROS PARA O MUNDO

Por: Paula Guedes

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Irreversível. Começa hoje e vai até 03 de outubro, a 1 ª Bienal Internacional de Graffiti no MUBE, em São Paulo.

Dos muros aos banheiros público, hoje essa forma de linguagem já está nas galerias, museus e nas salas de muita gente, a custo de muito investimento.
Referência. Como um dos berços e celeiros do graffiti no mundo, a cidade de São Paulo abraça o movimento. Nada mais justo. E pela primeira vez, em um espaço museológico, a cidade reúne 50 artistas brasileiros – Anjo, Binho, Boleta, Bonga, BR, Brown, BTS, Celso Gitahy, Ciro, Chivitz, Dalata, Does, Flip, Graphis, Gueto, Guga, Highraff, Hyper, Izolag, Jerry, Jey, Kia, Markone, Ment, Mignore, Nadu, Nem, Nina, Nove, Nunca, Ozi, Onesto, osgemeos, Pan, Pato, Presto, Ronah, Rui Amaral, Shock, Snoop, Speto, Tikka, Tinho, Titi Freak, Toz, Trampo, Victorone, Vitche, Vito – A Firma e Zezão; e de vários lugares do mundo, entre os convidados internacionais: Bates (Dinamarca), Belin (Espanha), Can 2 (Alemanha), Cern (EUA), Daze (EUA), Dmote (Austrália), Faith 47 (África do Sul), Jaz (Argentina), John Howard (norte-americano que vive no Brasil), Mr. Dheo (Portugal), Point (República Tcheca), Saile (Chile) e Suiko (Japão).

Além da exposição e grafiteiros pintando ao vivo, a 1ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art também apresenta um ciclo de filmes que influenciaram o movimento e mesa de debates sobre as relações entre grafite e artes plásticas, grafite e urbanismo.
Imperdível.

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01
setembro

Antipirataria: Tropa de Elite 2

Por: Paula Guedes

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Tropa de Elite 2 acaba de ser montado e finalizado na Zazen, a produtora do diretor José Padilha, com cuidados especiais com a segurança. E, dada a experiência de vazamento e pirataria do Tropa de Elite 1, não circula cópia nenhuma. Apenas um número limitado de pessoas teve acesso aos processos de finalização do filme, que aconteceram em uma espécie de “bunker”, com entrada controlada.

A continuação agora já está guardada a sete chaves. E só sai no dia do lançamento, 8 de outubro, em circuito nacional, sem pré-estreia.

A espera é difícil. Pelo trailer, já temos uma prévia: narrado em primeira pessoa, pelo Capitão Nascimento, que agora, 13 anos depois, é coronel, a trama lida com a questão das milícias dos morros do Rio de Janeiro – a polícia que deveria cuidar do morro, se apropria e cobra por esse serviço.
Além do crescimento do Batalhão de Operações Especiais do Rio (Bope), o coronel Nascimento também  se transforma. Ele agora é pai de uma adolescente, interpretado pelo estreante Pedro Van Held.

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“Ele agora tem uma família. Como um policial explica para seu filho o que faz no trabalho? O Nascimento passa por um processo de amadurecimento, que tem a ver com o conceito de consciência e com a idade dele”, disse Wagner Moura.

Nitroglicerina pura. Como é de se esperar, Tropa de Elite 2 entrega, um a um, quem faz o que nesse jogo –políticos, burocratas, policiais e seus superiores. Quem participou da filmagem garante que é bombástico. O estranho é que venha a ser lançado depois do 1º turno das eleições. O filme tem força para mudar a cabeça de muita gente. E todos sabem disso.

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31
agosto

BANDA COMODORO: ACABOU O BAILINHO!

Por: Paula Guedes

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O lema da banda é “chega de rock fresco”. Há quatro anos na estrada e nas noites dos subterrâneos paulistanos, a banda Comodoro, formada pelo quinteto Grull (vocal), Cronfli (baixo), Chubas (guitarra), Billy (guitarra) e Azedo (bateria) lança hoje seu primeiro videoclipe,  da música ‘Ain’t right’, no Tapas Club.

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Showzeira e esquema indie até o fim. Depois de gravar seu primeiro EP em estúdio, o ‘Acabou o Bailinho’ – 18 minutos com 10 faixas curtas e grossas, no melhor esquema Ramones, ‘músicas direto ao ponto’. A banda, que já é velha conhecida do público frequentador dos melhores e mais obscuros buracos roqueiros da noite paulistana, está cada vez mais madura e assumindo seu deboche, faz sucesso.

Pegada Punk Rock. O título é uma crítica as bandas de rock que ‘deixaram o rock muito envernizado e bonitinho’. No Comodoro, por defrinição própria, o som é mais debochado, mal cantado, mal tocado… As músicas falam de balada, noite, mulherada e drogas. Tem letras em português, espanhol e inglês – mas na verdade tanto faz porque é difícil de entender a letra. Aqui, “diversão é tudo o que importa”.

Mas que fique bem claro: definitivamente, o som do Comodoro não é coisa para iniciantes.

Assista o clipe:

E ouça mais: www.myspace.com/c0m0d0r0

Banda Comodoro. Hoje no Tapas Club.
Rua Augusta, 1246 – Consolação São Paulo – SP

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Fim de semana glorioso no Rio de Janeiro com o sucesso do Festival Back2Black. O que se viu foi uma sequência de shows de arrasar o quarteirão.
Em primeiro lugar a cenografia. Nas plataformas da Estação Leopoldina desativada, onde os trens chegavam turístico ao Rio de Janeiro, vindo de Minas e São Paulo, luzes e som cenografados por Gringo Cardia.

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A curadoria das fotos foi feita por Vik Muniz, que apostou em imagens gigantescas para celebrar as cores que saltam nos negros e sua moda para sempre pop.

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Na musicalidade, dose tripla:

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Arnaldo Antunes fez de suas canções uma poesia de base, meio cantada, meio falada para a kora, uma espécie de cítara do africano, malinês, Toumani Diabaté – um ‘ verdadeiro príncipe’ que encantou a todos com suas longas músicas e digressões emocionadas. Para acompanhá-lo também, o baterista, trovoador, o pernambucano Jam da Silva e o guitarrista Edgard Scandura.

Erikah Badu reinou e pôs o público de joelho, desceu à platéia e quase se esqueceu de ir embora do palco. Foi um show de muito mais  de uma hora em que essa entidade negra se mostrou gráfica, imponente, jazzy e com uma voz de tirar o fôlego. Sexy até o fim.

Para encerrar o sábado, o guitarrista do Eurythmics, Dave Stewart tocou com a violinista Annn Malhoun e a cantora e pianista Judith Hill – backing vocals do show que Michael Jackson faria em Londres, This is It.

No domingo, Frejat e Mart’nália cantaram juntos ‘O Blues da Piedade’ e arrepiaram a todos.

Todos os músicos agradeceram a organização do festival.
E o público mais ainda. Esse festival tem muito potencial. Afinal, Black is beautiful!!!

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27
agosto

BLACK IS BEAUTIFUL: BACK TO BLACK!

Por: Paula Guedes

Fim semana de festival e celebração à cultura negra no Rio de Janeiro. É a segunda edição do Festival Back to Black na Estação Leopoldina.

A programação desse ano está incrível. E vai muito além da música. O festival também propõe debates, literatura, jornalismo, arte e encantamento. A curadoria e cenografia é de Vik Muniz e Gringo Cardia.

No som, 25 atrações nacionais e internacionais, sintonizadas com a música Black contemporânea.

Entre os destaques Sagatiba, não perca:

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Na sexta, o nigeriano Seun Kuti, que lidera a banda Egypt 80, o rapper sulafricano MC Zola (foto) e o produtor americano Zakee

No sábado, a noite começa com Arnaldo Antunes + o malinês Toumani Diabaté e participação especial de Jam da Silva.

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Clímax. A jóia da coroa, tapete vermelho e flores para Erykah Badu, que volta ao Brasil depois uma década, um pouco menos Jazz, mais Hip Hop e não menos Soul.
Depois, o encontro no mesmo palco de Dave Stewart, cara-metade dos Eurythmic, Judith Hill, Nadirah X e a violinista Ann Calhoun.

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E domingo, dia de Baile: o samba-jazz de Elza Soares, a roda de samba de Mart’nália e os internacionais Lizz Wright, o elegante bluesman Taj Mahal (foto abaixo) e Vieux Farka Touré. Na pista, ou o Palco Urbano recebe o Baile do Viaduto de Madureira, o baile Black mais antigo do Rio.

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Para mais informações e programação completa: www.back2blackfestival.com.br/

dias 27, 28 e 29 na Estação Leopoldina, Rio de Janeiro.

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26
agosto

SKATE: A VOLTA DA LADEIRA DA MORTE

Por: Paula Guedes

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Depois de 21 anos desativada para voltar à normalidade do bairro, nesse domingo, 29 de agosto, o movimento skatista vai lavar a alma na ‘Ladeira da Morte’.

Um pouco da história. Tudo começou por volta de 1987, como um agito de bairro. O pouco movimento de carros e as condições ideais para um rolê downhill foi juntando um grupo de skatistas cada vez maior e mais preparado para descer a Rua Varginha, agora rebatizada Professor Paulino Longo, no Sumaré, em São Paulo.

Praia de skatista. Logo virou o programa de fim de semana de muita gente. Ali juntavam os skatistas e suas manobras, os exibicionistas, os voyeurs e as gatas. E acabou virando palco de campeonatos completos, com som, locutor, prêmio, agito, até TV, crescendo mais do que a região podia suportar. Foi o fim.

Mas ficou na memória. E o revival desse astral volta agora em formato de campeonato, com apoio da Prefeitura – que recapeou o asfalto ali, trazendo os prós do skate na modalidade e as lendas que por ali já arrepiaram.

Num pensa que é fácil. Ladeira da Morte + Cardoso de Almeida, pelo site SlideBr:


Domingo vai ser celebração. E o povo já está emocionado.

Ladeira da Morte – A Ressurreição.

Rua Professor Paulino Longo (antiga Rua Varginha) Sumaré – São Paulo/SP

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25
agosto

TELONA: OS ‘DZI CROQUETTES’!!!

Por: Paula Guedes

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Se quarta-feira pede um cineminha pra oxigenar a semana, a Sagatiba não pode deixar de recomendar o documentário ‘Dzi Croquettes‘ que traz a trajetória de uma trupe de teatro e dança brasileira que se afirmou nos anos 70, em plena ditadura, através do deboche e do besteirol.

Eles eram lindos, fortes, cariocas, internacionais, Off Broadway. E mais, escaparam ilesos do regime militar à época, que não conseguia enquadrar suas danças, trejeitos e fantasias. “Nem homem. Nem Mulher. Gente.” Um verdadeiro cabaret que ganhou o mundo. O nome surgiu da corruptela francófona, que fala ‘The’ como se fosse ‘Dzi’ e Croquettes – “porque a gente é feito de carne”. Genial.
O filme é uma homenagem de Tatiana Issa, filha de um contra regra do grupo, e se baseia em depoimentos e cenas originais, trazendo histórias deliciosas e o triste fim da trupe.

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Liza Minelli, Marília Pera, diretores franceses, alguns remanescentes do grupo – todos ali constroem a trajetória dessa saga e apontam seus herdeiros naturais e por afinidade – As Frenéticas, Ney Matogrosso, Claudia Raia, Miguel Falabella, Pedro Cardoso, quem bebeu na fonte do deboche, ali está.
Emocionante. Confira.

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24
agosto

EXPOSIÇÃO NOVA NA CARTEL011

Por: Paula Guedes

A noite vai ser boa e a lua cheia pede voyerismo. Começa hoje e vai até 31 de agosto a mostra de fotografia “SUBJETIVO” dos fotógrafos Paulo Bega e Marcio Simnch, na galeria Cartel 011, espaço que reúne novos talentos e artistas, em Pinheiros.

O Sublime e a Excentricidade plasmadas no tempo. O tema da expo é realismo e luz natural. Então prepare-se para o delicado e o sensual.

Sem titulo (2010)_Paulo Bega2_1m x 80 cm_8 layers de acrílico

Sem titulo (2010)_Paulo Bega3_1m x 80 cm_ps cristal

Sem titulo (2010)_Paulo Bega_1m x 80 cm_ps cristal

Paulo Bega, que além de fotógrafo é produtor musical e um dos integrantes da banda paulistana Stop Play Moon  apresenta seis imagens que exploram os contornos e volumes de corpos retratados à luz de janelas. O fotógrafo aposta no inusitado e no improvável. E suas imagens estão impressas em placas de acrílico com sobreposições, formando uma sensação holográfica.

Marcio Simnch_Blurring_II (2010)_80X96 cm

Marcio Simnch_Arrangement (2010)_96x80 cm

Marcio Simnch_Souvenir (2010)_96x66 cm

O gaúcho Marcio Simnch, fotógrafo de moda e artista, revela em uma série de nove imagens as forças da natureza, traduzidas em ambientes frágeis, misteriosos e românticos.
Suas fotos foram impressas em algodão e estarão expostas diretamente na parede sem molduras para valorizar a Fotografia.

Confira.
Mostra Fotográfica SUBJETIVO, na Cartel 011
Abertura hoje, a partir das 19h. Rua Artur de Azevedo, 517, Pinheiros

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23
agosto

ARTHUR VERÍSSIMO E SEU KARMAPOP

Por: Paula Guedes

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Desde sempre investigativo. Um dos jornalistas mais curiosos, irreverentes e interessantes, Artur Veríssimo, uma das cabeças e o coração da editora Trip, lança em setembro seu primeiro livro, o Karmapop.

Devotos dos deus Elefante- festival em direção a Chowpatti Beach- Arthur Veríssimo

três amigos elegantes.No meio o guia Vanisthi Giri, à sua esquerda Naga-Baba da Juna- Arhtur Veríssimo2

Há vinte anos viajando para a Índia, Veríssimo é o criador e a criatura de sua própria obra. Interessado pela cultura daquele país, mergulhou fundo para entender o que via, evoluir suas práticas de Ioga e sua sabedoria. Interagiu e transformou-se.

Depois de participar de diversos festivais, circular entre saddhus (monges), sikhs (minoria religiosa indiana), gurus e discípulos dos deuses Shiva, Vishnu, Hanuman, Ganesh, Parvati, Krishna, Durga, e até mergulhar na nascente do Rio Ganges, é chegada a hora de compartilhar todas suas histórias detalhes desse caleidoscópio indiano.

Paisagem cultural e geográfica. O livro é carregado de imagens fotográficas, todas elas clicadas pelo autor em suas viagens. E textos inspirados de quem realmente se envolveu e se apaixonou pelo que viu.

Em meio dos acampamentos nos Khumba Melas, muitos Naga-babas(Saddhus) vivem humildemente- Arhtur Veríssimo

Fique de olho.
KARMAPOP, de Arthur Veríssimo
Editora Master Books, 138 páginas, R$ 120,00

Em setembro nas livrarias.

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